Wilson Silva, um brasileiro com sotaque argentino, era um cara que conquistava fácil as pessoas com as quais convivia. Com atitudes justas e um bom coração, me encantava sempre. Trabalhador e estudante de direito, lutava dia a dia por um lugar ao sol e uma boa sombra pra descansar. Era um amigo pra tudo! Praia, baladas, conversas, desabafos...
Fiquei extremamente chocado com a notícia de seu falecimento, pois eu o conhecia e sabia que ele era forte! Não quis acreditar, queria acordar do pesadelo, mas infelizmente, tive que aceitar. Aceitar que perdi um grande amigo, um ser humano fantástico, um ídolo.
Ainda não voltei ao Rio depois do que aconteceu, não tive a oportunidade de me despedir, mas é bom, porque lembrarei dele vivo, sorrindo, dançando, feliz. É difícil pra mim escrever essa postagem, pois eu estou escrevendo e me lembrando de momentos especiais. Se eu pudesse fazer algo pra ele voltar, sei que não é possível, minha mente racional tenta bloquear esse pensamento, mas meu coração grita de vontade de realizar o impossível.
Wilson, não sei se pode ler isso, não sei se pode me ouvir, me ver. Saiba que te amo, e desejo o melhor pra você, que você encontre a luz Divina. Sinto muito a sua falta! Você foi, e é muito especial!
Do seu amigo, Thiago Meneses
Beijo pra quem é de beijo, abraço pra quem é de abraço..
Infelizmente thiago, nos seres humanos temos soluções pra tudo nessa vida, somos extremamente capacitados a lidar com diversas situações, diversos acontecimentos enfi, o que nnão aprendemos até hoje, e possivelmente nunca aprenderemos é a forma de lidar com a perda causada pela morte, é algo impossivel de descrever, apenas se sente, e ocmo sentimos, é doloroso, arde como se uma faca em brasas estivesse atravessando nosso peito... Mas o tempo e as recordações sempre nos confortam.. pense nisso!
ResponderExcluirPode ter certeza que a matéria se transforma; não escapando disso também o espírito humano. Com certeza seja em que lugar estivermos o amor nos alcança. Parabéns pela postagem.
ResponderExcluir"Cada um de nós é como um livro. Guarda sua própria história com início, meio e fim. Nosso corpo, é só uma casa onde a alma habita. E a morte é o último voo da nossa alma que parte por não caber mais nessa casa. Como se quisesse começar uma nova história. Um novo livro." - fala do personagem Alcino no final da telenovela Cama de Gato.
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